
Último recurso:
O réu estava sendo julgado por assassinato. Havia fortes evidências sobre sua culpa, mas o cadáver ainda não aparecera. Sem muita esperança, o advogado arrisca:
- Tenho uma surpresa. Dentro de um minuto, a pessoa presumivelmente assassinada entrará neste tribunal. E olha para a porta. Os jurados, surpresos, repetem o gesto. Findado o prazo, o advogado retoma:
- Realmente, ninguém entrou. No entanto, por vossa expectativa, depreende-se que o júri não tenha certeza de que alguém foi morto, não há assassino.
Os jurados retiram-se para a decisão final. E vem o veredicto: Culpado.
-Culpado? Mas como? - pergunta o advogado. - Vocês estavam em dúvida, eu vi todos olharem para a porta!
E o juíz para arrematar:
-E verdade. Todos olhamos para a porta. Menos o seu cliente.
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